IMPLANTES DENTÁRIOS: A ODONTOLOGIA ANTES E DEPOIS

Data: 27/11/2013

Autor: Comunicação Dr.Tiago


Existem momentos que são únicos na história do mundo: a descoberta da pólvora, responsável pela expansão dos exércitos, a descoberta da penicilina por Alexander Flemming, responsável por curar o sofrimento de milhares de soldados de guerra, a descoberta da lâmpada e o domínio da eletricidade, a popularização dos computadores etc. Entretanto, se existe um divisor de águas na Odontologia, ele se chama: implante dentário.


Este elemento pequeno que simula uma raiz dentária artificial esperou mais de 30 anos para atingir todas as partes do globo, mas os resultados clínicos foram devastadores:


• Mudou toda a filosofia odontológica (puramente curativa e reconstrutiva): a chegada dos implantes fez com que os profissionais saíssem de uma fi losofia puramente tecnicista. Retornaram aos cursos de pós-graduação, com anseio de entender uma biologia óssea até então resumida à cicatrização, formação de um defeito e estética lançada à sorte. O número de livros, periódicos e palestras sobre o tema em meados dos anos 1990 e começo do ano 2000 era o carro-chefe. Este “vírus” se espalhou também pelos cursos de graduação.


• Devolveu a esperança aos milhões de desdentados totais: esperar que um paciente totalmente desdentado, com as arcadas maxilares atróficas, pudesse voltar a se alimentar e sorrir era algo insólito, digno de ficção científica, principalmente porque uma vez instalada a perda óssea e a remoção dos dentes, nada se podia fazer. Próteses totais e parciais removíveis eram persona non grata nos consultórios. Neste aspecto, os implantes foram usados nas regiões posteriores não só como elementos de
ancoragem, mas também como sustentáculos de membranas e enxertos ósseos e/ou biomateriais.


• Uniu definitivamente todas as especialidades odontológicas: na época, quem percebeu o que o implante representaria no consultório percebeu também que era preciso entender muito da sobrevida do elemento dentário para indicar corretamente o uso dos implantes osseointegrados.


Caro colega, hoje, podemos consagrar o implante dentário como integrante definitivo do nosso arsenal terapêutico. Que as próximas gerações briguem pelo aprimoramento da técnica (menos invasiva, sempre) e que os pacientes continuem a desfrutar deste verdadeiro milagre!


Adriano Forghieri, implantodontista e presidente da APCD.

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